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Entrevista ao Portal Agência 14 News em 13/Jul/2016

Leia no portal aqui, ou abaixo.

Assista os vídeos da entrevista:

Vídeo 1 - Clique aqui

Vídeo 2 - Clique aqui

Quase metade dos infectados com o vírus da Aids não sabe que tem a doença

Atualmente a prevalência da Aids é de 0,5% da população nas cidades. Levando em consideração os 140 mil habitantes de Botucatu, essa projeção seria de 700 pessoas infectadas atualmente, mas na cidade apenas 400 pessoas foram diagnosticadas e fazem tratamento.

Segundo o médico Alexandre Naime Barbosa do SAE – Serviço Ambulatorial Especializado de Infectologia, que funciona na Unesp, setor que é referência em prevenção e controle da doença, o crescimento anunciado no Brasil recentemente pode ser visto de várias formas.

De acordo com ele, isso é relativo, pois há 15 anos eram 39 mil casos anuais e agora são 44 mil, mas ele relativiza isso, pois a população também cresceu.

“Já o número de casos está aumentando, sim, entre os jovens de 13 a 19 anos, com um acréscimo de...

Simpósio: "Prevenção em HIV/Aids - O Tradicional e o Novo”

Palestrante: Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa

Data e Horário: 27/Jul/2016 (quarta) - 18:00

Local: UNESP - Faculdade de Medicina - Salão Nobre

Público Alvo: Docentes, Médicos Contratados e Residentes da Infectologia e Especialidades Afins - Profissionais e Estudantes da Área da Saúde em Geral

Inscrições Gratuitas On line de 20 a 26 de Julho (clique aqui) ou no dia do evento no local se houver vagas

Facilidades: Certificado e Coffee de Encerramento

Facebook: https://www.facebook.com/events/1188231067894591/

Resenha: A Camisinha Ainda é a Melhor Forma de Prevenção ao HIV/Aids?

Apesar da camisinha ser um método efetivo de prevenção ao HIV, 45% dos brasileiros não a usam de forma consistente em relações sexuais casuais. Há no Brasil um aumento preocupante do número de casos novos em algumas populações mais vulneráveis: na faixa etária entre 15 a 24 anos, a incidência aumentou em mais de 50% desde 2006.

Outras formas de prevenção vêm mostrand...

Entrevista sobre o surto de Caxumba em 2016 ao Jornal Diário da Serra em 01/Jul/2016.

Faça o download aqui, ou leia abaixo.

Enquanto no ano de 2015 foram notificados 671 casos de caxumba no estado de São Paulo, em 2016, só entre abril e ju­nho, já são 842 pessoas infectadas. As informa­ções são do infectologis­ta Alexandre Naime Bar­bosa, docente da Unesp. “Comparativamente, o ano todo de 2014 somou apenas 118 casos em São Paulo”, coloca o professor, que também é membro da Diretoria da Socieda­de Paulista de Infectolo­gia e membro titular da Sociedade Brasileira da especialidade. “Desde o ano passado o número de casos de caxumba vem aumentando importante­mente em todo o Brasil, com destaque para o es­tado de São Paulo”, alerta.

De acordo com ele, em nossa região “houve um discreto aumento no nú­mero de casos suspeitos, mas não a intensidade verificada na região de Campinas e na capital”, onde estão concentradas as principais notificações do estado sobre a doença.

O infectologista desta­ca...

Entrevista ao Jornal S@úde.com em Julho de 2016

Faça o download aqui 

Atualmente, o aumento do acesso à tecnologia tem redesenhado o cotidiano médico, tanto no âmbito acadêmico-científico, quanto nas práticas clínicas, cirúrgicas e epidemiológicas. Os aplicativos da área de saúde, disponíveis para smartphones e tablets, complementam conhecimentos médicos e fornecem informações tanto teóricas quanto práticas, auxiliando nos diagnósticos.

Hoje em dia, os aplicativos são ferramentas indispensáveis na área da saúde, para que o médico esteja atualizado em tempo real, e consulte rapidamente informações úteis durante o atendimento ao paciente.

O médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) Alexandre Naime usa esses aplicativos frequentemente, e fala sobre as vantagens. “Questões sobre interações médicas, doses, posologias, classificações, protocolos e muitas outras

utilidades ficam a um clique do profissional, auxiliando a boa prática médica”, diz.

O m...

Entrevista ao Portal HC UNESP em 05/Jul/2016

Link direto para a matéria aqui 

A epidemia de Zika vírus assusta a população do país e do mundo. Diante dessa preocupação, muitos boatos e informações falsas circulam na internet e em áudios e vídeos do Whatsapp, gerando pânico.

O médico Alexandre Naime Barbosa, membro titular da Sociedade Brasileira de Infectologia, fala sobre o que os especialistas já sabem sobre a doença e quais precauções a população deve ter ao receber informações sobre o problema.

HCFMB: O que se sabe até agora sobre a transmissão do vírus?

Alexandre Naime Barbosa: A única forma de transmissão que atualmente tem importância epidemiológica, ou seja, que pode se alastrar, é causada pelo mosquito Aedes sp. Outros possíveis mosquitos transmissores, como o Culex sp (pernilongo comum) ainda estão sob verificação em estudos. As transmissões sexuais, por transfusão sanguínea e perinatal (de mãe-filho) já foram comprovadas, mas não se sabe qual o impacto desses modos de transmissão...

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