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Entrevista para o Jornal Diário de Botucatu em  27/10/2016

Link original aqui

Sífilis. A doença tem crescido de maneira tão alarmante no Brasil que recebeu a classificação de epidemia. Já em Botucatu, desde o ano passado, está ocorrendo uma estabilidade de dados. Em 2015, de janeiro a dezembro foram registrados 466 casos de sífilis. Já em 2016, até o momento foram registrados 329 casos. Especialistas acreditam que os números estejam ligados não à falta de informação, mas sim, à ausência de prevenção nas práticas sexuais.

“Em recente pesquisa de conhecimento feita pelo Ministério da Saúde fizeram a seguinte pergunta: ‘você concorda que a camisinha é a melhor forma de prevenção contra o HIV e outras DST’s?’,  94% dos entrevistados disseram que sim. A pergunta seguinte foi: ‘você usou camisinha na sua última relação sexual casual? ’, e aproximadamente metade dos entrevistados disse que não. Portanto, não falta informação, mas sim uma mudança de hábito na qual a prática do sexo seguro e da pr...

Entrevista para o programa Café com Jornal da TV Band, em 26/10/2016

Assista em: https://youtu.be/Xo8Ghn7o20U

Matéria publicada no Jornal Saúde.com de Agosto de 2016.

Faça o download aqui, ou leia a matéria abaixo.

Atualmente, o aumento do acesso à tecnologia tem redesenhado o cotidiano médico, tanto no âmbito acadêmico-científico, quanto nas práticas clínicas, cirúrgicas e epidemiológicas. Os aplicativos da área de saúde, disponíveis para smartphones e tablets, complementam conhecimentos médicos e fornecem informações tanto teóricas quanto práticas, auxiliando nos diagnósticos.

Hoje em dia, os aplicativos são ferramentas indispensáveis na área da saúde, para que o médico esteja atualizado em tempo real, e consulte rapidamente informações úteis durante o atendimento ao paciente.

O médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB)  Alexandre Naime Barbosa usa esses aplicativos frequentemente, e fala sobre as vantagens. Questões sobre interações médicas, doses, posologias, classificações, protocolos e muitas outras utilidades ficam a um clique do profission...

Entrevista à Revista Veja em 23/10/2016

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A demonstração de afeto mais conhecida dos cães – a lambida – pode nos transmitir graves doenças. Em contato com boca, nariz ou olhos humanos, a saliva do animal pode causar infecções intestinais, gastroenterite ou colecistite.

“A boca dos cães possui uma flora bacteriana potencialmente patogênica para os seres humanos, que podem causar diversas doenças se vencida a barreira de proteção da pele”, afirma o médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp – Botucatu).

Os gêneros de bactérias comuns nos cachorros são a Clostridium, Escherichia coli, Salmonella e a Campylobacter. A Escherichia pode causar a colecistite (inflamação da vesícula biliar), a Salmonella, salmonelose, e as Campylobacter, a gastroenterite (inflamação que afeta o estômago e o intestino). Existe uma espécie de Clostridium que causa tétano, uma doença associada a objetos de metal enferrujados, mas especialistas af...

Discussão Científica Jansen - Out/2016 - Botucatu/SP - Brasil

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 Palestra para a SIPAT - EMBRAPA 

Out/2016 - São Carlos - SP - Brasil

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Simpósio para a Liga de Infectologia de  Botucatu, realizado em 03/Out/2016

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