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Entrevista para a BBC Brasil em 28/Jul/2018 - Mariana Lenharo - Nova York para a BBC News Brasil

Existe um consenso entre os infectologistas de que as doenças sexualmente transmissíveis estão em alta na população jovem do Brasil. "Esta última geração, que começou a vida sexual depois de 2010, tem um modo diferente de encarar as DSTs", diz Alexandre Naime Barbosa, professor de Infectologia da Unesp. A noção de que a Aids se tornou uma doença crônica e tratável fez a adesão à camisinha diminuir muito, segundo ele. No caso do HIV, o número de novos casos anuais subiu quase 140% entre 2007 e 2017 na população em geral: de 6.862 a 16.371, de acordo com o mais recente Boletim Epidemiológico de HIV/Aids lançado pelo Ministério da Saúde. Entre jovens de 15 a 19 anos do sexo masculino, o aumento chegou a 590%, segundo o mesmo documento.

No mesmo período, o número de novos casos de sífilis aumentou em 133% entre mulheres grávidas, segundo dados do Ministério da Saúde. O aumento de sífilis congênit...

Casos de sífilis congênita sobem 8,7% no Distrito Federal em um ano


Matéria publicada no jornal Correio Braziliense em 20/Jun/2018, leia no link ou abaixo:


Link: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/07/20/interna_cidadesdf,696329/casos-de-sifilis-congenita-sobem-8-7-no-distrito-federal.shtml


Uma doença de prevenção fácil, mas que pode ter consequências desastrosas voltou a fazer parte do cotidiano dos brasileiros. No Distrito Federal, em 2017, houve um aumento de 8,7% nos casos de sífilis congênita, – a que passa da mãe para o bebê –, em relação ao ano anterior. São 3,7 novos casos por dia, de acordo com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Os dados alarmantes elevam a sífilis ao patamar de epidemia no país. Em todo o Brasil, a incidência da doença subiu 5.000%, de 2010 a 2015, segundo dados do Ministério da Saúde. Especialistas acreditam que os números não param de crescer porque as pessoas perderam o medo de contrair doenças sexualmente transmissíveis,...

Como identificar um Charlatão (Médico, Nutricionista, Educador Físico, etc...)

1. Ele usa redes sociais para anunciar “antes e depois” de pacientes (proibido por regulamentações legais);

2. Não tem número de RQE (Registro de Qualificação de Especialista) no CFM e se anuncia especialista ou tem e atua de forma antiética;

3. Alega ser especialista em qualquer coisa integrativa, ortomolecular, quântica ou outro neologismo não científico ou médico;

4. Tem discurso que trabalha com medicina inovadora e que os outros médicos são desatualizados; que ele é um bom samaritano (mascobra caro), cheio de #luz e #gratidão, que ajuda as pessoas a melhorar a #performance, com uma #modulaçãohormonal #antiaging #ortomolecular e a ter #longevidade;

5. Prescreve terapias “alternativas” (não reconhecidas), mas se ELE adoecer, vai ao hospital fazer tratamento convencional;

6. Antes de você ir para a consulta, deixa com a secretária uma requisição de dezenas de exames (desnecessários) para “você já ir com os exame...

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