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September 13, 2016

Raiva - Fisiopatologia, Diagnóstico e Manejo - in Condutas em Infectologia - Ed. Atheneu - 2011

Acesse aqui

Leia em: http://pt.slideshare.net/spitalex/a-aids-depois-dos-60-anos

 

Com o envelhecimento, o sistema imune também se deteriora, processo que leva o nome de imunossenescência, que é a perda natural com comprometimento da resposta imunológica. Com isso, o sistema imune de um indivíduo de 70 anos se assemelha, em muitos pontos, ao de uma pessoa que vive com o HIV. “Órgãos como os do sistema cardiovascular, cérebro, fígado, ossos e rins também são afetados pelo processo contínuo de inflamação e, com isso, se tornam menos ativos, favorecendo a instalação de doenças crônicas, como a aterosclerose, distúrbio neurocognitivo, insuficiência renal e osteoporose, entre outros”, alerta o professor doutor Alexandre Naime Barbosa, do Departamento de Doenças Tropicais da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) – campus Botucatu.

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September 1, 2011

Leia em:

 

http://pt.slideshare.net/spitalex/revista-unesp-cincia-especial-hiv-aids-2011 

 

http://www.unesp.br/revista/24

 

Nos 30 anos que se passaram desde que os primeiros casos de Aids foram confirmados nos Estados Unidos, o papel da medicina em relação à doença evoluiu de “expectadora da catástrofe” a controladora muito eficiente da replicação viral, permitindo aos soropositivos viverem livres das infecções oportunistas e por muito mais tempo.

 

Mas se a conquista da longevidade foi umas das principais vitórias na luta contra a Aids, hoje a ciência se vê mais uma vez diante de um desafio. Justamente por causa dessa convivência prolongada com o vírus da imunodeficiência humana, o HIV, a doença está revelando uma nova face.

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