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February 17, 2020

A epidemia do novo coronavírus já tem mais de 43 mil pessoas infectadas, sendo que quase 4.400 pessoas conseguiram se recuperar. 

Segundo informações da Xinhua, agência de notícias estatal da China, os médicos chineses pedem que pacientes curados continuem a seguir medidas de proteção, pois não sabem se esse vírus pode ter reincidência.

"Geralmente, certos anticorpos serão produzidos após uma infecção por vírus, que terá um efeito protetor no corpo humano. No entanto, alguns anticorpos podem não durar tanto", afirma Zhan Qingyun, médico do Hospital de Amizade China-Japão, em coletiva da NHC (Comissão Nacional de Saúde).

O infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor chefe do departamento de infectologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista) explica que caso o vírus sofra mutação, o paciente pode se infectar novamente.

É o caso da dengue e da gripe. “Uma pessoa pode pegar dengue quatro vezes, isso por que o vírus da dengue possui quatro sorotipos diferentes.”

Outra possibilidade par...

Entrevista ao Portal G1 em 08/01/2020, link original aqui, ou leia abaixo: 

Uma médica da Unesp de Botucatu (SP) está fazendo uma pesquisa inédita para diminuir a quantidade de drogas no coquetel dos pacientes com vírus HIV. A ideia da doutora Stephanie Valentini já despertou o interesse do Ministério da Saúde e pretende diminuir os efeitos colaterais dos pacientes.

"Nosso projeto de pesquisa consiste em tirar essas medicações de pacientes que aderem bem ao tratamento, que mantém carga viral indetectável por um período um pouco mais prolongado. A gente retira essas medicações tóxicas, colocando apenas duas drogas", explica a médica.

Segundo o Ministério da Saúde, a Aids é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento. O coquetel é importante para evitar que a doença avance, protegendo os pacientes de problemas mais graves de saúde. Assim, se os medicamentos forem tomados corretamente, o paciente pode melhorar a qualidade de vida.

De acordo com Stephanie, o novo coquetel vai fazer com que...

November 27, 2019

Aviso: Página não oficial do Serviço de Infectologia UNESP - FMB/HC Botucatu, as informações aqui contidas são de responsabilidade do autor, e têm como objetivo fornecer uma visão mais completa e atualizada desse serviço.

Apresentação Geral

O Serviço de Infectologia UNESP - Faculdade de Medicina e do HC UNESP (Botucatu/SP) foi iniciado em 1968, e tem por objetivo prestar assistência médica na área de Infectologia nos serviços do Complexo Médico-Hospitalar da UNESP - FMB. Em 2018 a Infectologia UNESP completou 50 anos, clique aqui para conferir a comemoração.


Com atuação em diversas subáreas da especialidade, os profissionais envolvidos (médicos docentes ou médicos contratados) tem também possibilidade de interagirem com o ensino, pesquisa e extensão..

Para maiores informações e contato com o Serviço de Infectologia UNESP - FMB/HC Botucatu, use:

Fone: (14) 3811-6212 ou E-Mail: doencastropicaisfmb@gmail.com

A. Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP

Referência brasileira e internac...

November 20, 2019

Entrevista ao Portal UFC Brasil em 20/11/2019, link original aqui, ou leia abaixo: 

Bactéria que Cigano teve e o tirou do UFC Moscou pode amputar e até matar, e todo mundo que frequenta uma academia corre risco. Segundo o infectologista Alexandre Naime Barbosa, higienização constante é a solução.

Há quase um mês, quase na reta final de sua preparação para a luta principal do UFC Moscou, o lutador Junior Cigano percebeu que, depois de dar chutes em um saco de pancada, havia feito um machucado em sua perna. Ele parecia inofensivo. Cigano tratou com gelo e anti-inflamatório. Mas, três dias depois, o ferimento não havia melhorado.

Pelo contrário: estava mais aberto e com vermelhidão. O atleta também sentia a pele quente ao redor do machucado. Resolveu procurar um médico.Resultado: Cigano entrou no hospital e não saiu mais de lá por mais de uma semana. O ferimento estava infectado com colônias de duas bactérias – uma delas, o estafilococo, pode ter graves consequências e levar à morte.

Os estaf...

September 17, 2019

Entrevista ao Portal Botucatu OnLine em 17/09/2019, link original aqui, ou leia abaixo: 

A Infectologia HC FMB UNESP teve participação de destaque no último Congresso Brasileiro de Infectologia (Infecto 2019), que aconteceu na semana passada, entre 10 a 13 de setembro em Belém do Pará. O evento, que é o mais importante do Brasil na área da Infectologia reuniu mais de 2.300 participantes do Brasil e do exterior, recorde absoluto dentro da especialidade.


A Infectologia HC FMB UNESP esteve representada por Docentes, Médicos Contratados, Residentes, Alunos de PG e Graduação, sendo responsável no total por várias palestras e apresentações orais de trabalhos científicos, sete pôsteres e mais organização de cursos, aplicação de prova de título de especialista, entrevistas na mídia, entre outros.


O Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa (Infectologia HC FMB UNESP) um dos organizadores do Congresso Brasileiro de Infectologia proferiu cinco palestras e avalia a participação do serviço destacando o emp...

Palestra no Winter School on Tropical Medicine 2019

Jul/2019 - Botucatu - SP - Brasil.

Acesse os Slides clicando aqui

Serviço de Reabilitação Lucy Montoro - FAMESP

Jun/2019 - Botucatu - SP - Brasil

Clique aqui para acessar

Entrevista à TV Globo sobre como se prevenir da Raiva exibida em 31/Mai/2019. 

Assista a entrevista em http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/tem-noticias-2edicao/videos/t/edicoes/v/professora-leva-morcego-em-sala-de-aula-e-criancas-precisam-ser-vacinadas-contra-raiva/7659591/

Segundo o médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, Professor da Unesp, a terapia de associação de soro heterólogo junto com a vacina antirrábica foi a prescrita por ser a indicada para qualquer tipo de pessoa que tenha tido contato com o morcego. Segundo ele, contato com o esse animal é sempre perigoso.

“Todo morcego é, por via de regra, até prova em contrário, portador do vírus da raiva, e todo contato com o animal é considerado como potencialmente transmissor”, explica o infectologista.

Leia a matéria completa aqui: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2019/06/01/mae-se-assusta-ao-saber-que-filha-pegou-em-morcego-morto-durante-aula-fiquei-desesperada.ghtml

Entrevista ao Portal BBC Brasil publicada em 28/Mai/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo.  

A cada início de mês, Juliano*, de 32 anos, avalia em qual unidade de saúde de São Paulo poderá fazer exames para checar se foi infectado pelo vírus HIV. "Eu dou a volta pela cidade à procura de um posto de saúde em que não me conheçam", diz. Os resultados negativos dos testes trazem alívio ao rapaz por alguns dias, mas ele logo volta a se preocupar.

Fernanda*, de 19 anos, vai com frequência ao ginecologista. Diariamente, ela pensa sobre a possibilidade de ter contraído alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), mesmo sem vivenciar situações em que pode ter se exposto ao risco. "Somente me acalmo quando faço exames e vejo que deu negativo para todas as ISTs", diz. Maria*, de 25, ficou preocupada após a camisinha se romper – parou de fazer sexo e, desde então, se submete a testes frequentes.


Juliano, Fernanda e Maria fazem parte de um grupo de pessoas que tem crescido nos últi...

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