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Entrevista ao Portal BBC Brasil publicada em 28/Mai/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo.  

A cada início de mês, Juliano*, de 32 anos, avalia em qual unidade de saúde de São Paulo poderá fazer exames para checar se foi infectado pelo vírus HIV. "Eu dou a volta pela cidade à procura de um posto de saúde em que não me conheçam", diz. Os resultados negativos dos testes trazem alívio ao rapaz por alguns dias, mas ele logo volta a se preocupar.

Fernanda*, de 19 anos, vai com frequência ao ginecologista. Diariamente, ela pensa sobre a possibilidade de ter contraído alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), mesmo sem vivenciar situações em que pode ter se exposto ao risco. "Somente me acalmo quando faço exames e vejo que deu negativo para todas as ISTs", diz. Maria*, de 25, ficou preocupada após a camisinha se romper – parou de fazer sexo e, desde então, se submete a testes frequentes.


Juliano, Fernanda e Maria fazem parte de um grupo de pessoas que tem crescido nos últi...

Entrevista ao Portal UOL Viva Bem publicada em 01/Mai/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo.  

A cantora Beth Carvalho, de 72 anos, morreu na tarde de terça-feira (30), vítima de uma infecção generalizada, ou sepse, de acordo com uma nota divulgada pelo Hospital PróCardíaco, onde ela estava internada, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

O Brasil tem uma taxa extremamente alta de morte por sepse em UTIs, superando até mortes por acidente vascular cerebral e infarto nessas unidades. Segundo levantamento organizado por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e do Instituto Latino Americano de Sepse, a cada ano morrem mais de 230 mil pacientes adultos nas UTIs em decorrência da doença.

O que é?
A sepse é uma resposta frente a uma infecção, que pode ser desencadeada por bactérias, fungos ou vírus que caíram na corrente sanguínea. Normalmente, é uma predisposição genética que faz com que a pessoa desenvolva essa resposta acentuada para combater a infecção. A doen...

A Infectologia é a ciência que estuda a relação entre o Ser Humano, os Agentes Infecciosos e o Meio Ambiente. Qualquer pequeno desarranjo em um desses componentes pode levar a sérias implicações na saúde individual e coletiva. Grandes epidemias que ficaram marcadas nas história mostram como esse desbalanço pode ser catastrófico. A Peste Negra na Idade Média, matou 1/3 da população mundial na época, a Gripe Espanhola vitimou 100 milhões de pessoas em 1918, e mais recentemente a Aids na década de 1980 mudou profundamente hábitos e costumes da sociedade por atingir fatalmente mais de 40 milhões de pessoas. Não somente em epidemias, mas no cotidiano das pessoas a Infectologia está presente desde o simples resfriado comum, passando pelas infecções urinárias, de pele e de intestino, entre tantas outras.

Para que o Infectologista possa dominar todos esses aspectos, Seis Pilares são fundamentais:

1. Conhecimento sobre o Inimigo: Bactérias, Vírus, Fungos, Protozoários, Parasitas, Príons... São mu...

Entrevista ao Medscape, um dos maiores portais de Educação Médica Continuada no mundo em parceria com a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Assista em https://portugues.medscape.com/verartigo/6503329

March 23, 2019

Meeting the Experts: Infectologia e Hepatologia - 02 a 04 de Maio - São Paulo. 


Evento científico com grandes nomes da especialidade em âmbito nacional e internacional, em um formato inovador que privilegia a discussão e o debate dos principais temas atuais de modo prático e aplicável à rotina clínica, estarei abordando a DGNA (Esteatose Hepática/NASH) em HIV/Aids.

Grandes temas como HIV/Aids, Hepatite B, Hepatite C, Antibióticos e Resistência Antimicrobiana, Arboviroses, Imunização e Vacinas, Tuberculose e muitos outros estão contemplados sempre de forma interativa e incluindo a plateia.

Conheça o time de Experts , e acesse todos os detalhes em meetingtheexperts.com.br/infectohepato 

Entrevista ao Portal R7 em 03/Mar/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo. 

Vírus, bactérias e até amônia. As enchentes carregam micro-organismos e substâncias que provocam doenças, tanto pelo contato quanto pela ingestão da água, que podem até matar. Um estudo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) detectou a presença de bactérias e substâncias em uma enchente na Vila Itaim, bairro da zona leste de São Paulo próximo ao rio Tietê.

De acordo com o infectologista Alexandre Barbosa, professor da UNESP - Faculdade de Medicina, os materiais encontrados são frequentes em alagamentos, de uma forma geral, devido ao despejo de esgotos não tratados nos leitos dos rios. As bactérias identificadas foram Salmonella, Eschierichia coli, Shiguelle spp, Klebsiella spp e Pseudomonas spp, e as substâncias, fosfato, fósforo, amônia e nitrato.

O infectologista explica que as três primeiras bactérias estão relacionadas a infecções que causam diarreia, que ocorrem quando a água é in...

Matéria produzida para o Portal Academia 24 horas. Acesse a matéria original aqui. 

Realizar exercícios físicos ajuda a fortalecer o sistema imunológico e deixa o organismo mais bem preparado para enfrentar os vírus sazonais.

O médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e professor da Unesp Botucatu, afirma que atividades moderadas são benéficas para o sistema imunológico.

Correr na esteira, na bike ou treinar, por exemplo, pelo menos de quatro a cinco vezes por semana, com o acompanhamento de um profissional, irá deixar seu corpo mais resistente.

Já quem participa de provas mais extenuantes, que exigem mais dos limites do corpo, como maratonas e ultramaratonas, desgasta o sistema imunológico e fica mais suscetível às doenças.

O Dr. Turíbio Barros complementa (matéria original aqui):

A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias...

Leia a entrevista abaixo, ou no link aqui.

A multidão de foliões durante o Carnaval traz alguns riscos para saúde que vão além dos ligados ao beijo na boca. Se você não tomar alguns cuidados pode pegar conjuntivite, hepatite e leptospirose, por exemplo.


"Quanto maior o número de pessoas reunida, maiores os riscos de transmissões das mais variadas doenças", afirma Ralcyon Teixeira, médico infectologista e supervisor do pronto-socorro do Instituto Emílio Ribas. Teixeira diz ser comum o aumento no número de pessoas que procuram atendimento médico no pós Carnaval.


"Os riscos tendem a ser ainda maiores em ambientes fechados", acrescenta Alexandre Naime Barbosa, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Veja abaixo algumas das doenças que são favorecidas pela aglomeração de pessoas e saiba como evitá-las:   

1. Transmitidas por gotículas


A gripe e o resfriado são as principais doenças desse tipo de transmissão, mas não as únicas....

Semana de Prevenção de Acidentes - FAMESP/Tupã
Dez/2018

Clique aqui para acessar

Palestra no 11° Congresso Paulista de Infectologia

Out/2018 - São Paulo/SP - Brasil

Clique aqui para acessar

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