© 2015 por Spitalex. Criado com Wix.com

  • Wix Facebook page
  • YouTube clássico
  • Slideshare.jpeg
  • LinkedIn App Ícone

Entrevista à TV Globo sobre como se prevenir da Raiva exibida em 31/Mai/2019. 

Assista a entrevista em http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/tem-noticias-2edicao/videos/t/edicoes/v/professora-leva-morcego-em-sala-de-aula-e-criancas-precisam-ser-vacinadas-contra-raiva/7659591/

Segundo o médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, Professor da Unesp, a terapia de associação de soro heterólogo junto com a vacina antirrábica foi a prescrita por ser a indicada para qualquer tipo de pessoa que tenha tido contato com o morcego. Segundo ele, contato com o esse animal é sempre perigoso.

“Todo morcego é, por via de regra, até prova em contrário, portador do vírus da raiva, e todo contato com o animal é considerado como potencialmente transmissor”, explica o infectologista.

Leia a matéria completa aqui: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2019/06/01/mae-se-assusta-ao-saber-que-filha-pegou-em-morcego-morto-durante-aula-fiquei-desesperada.ghtml

Entrevista para a TV Globo (TV TEM Bauru - Botucatu - Marília) em Outubro de 2018.

A raiva é uma doença que atinge o sistema nervoso central do ser humano e pode causar a morte. Segundo o Médico Infectologista e Professor da Medicina UNESP Alexandre Naime Barbosa em Botucatu, ela pode ser transmitida por meio de mordidas ou arranhões. 

"Qualquer tipo de acidente entre o morcego e um animal doméstico, como cães, gatos e até cavalos, faz com que eles se tornem aptos a disseminar o vírus da raiva. E, em caso de contato com o morcego, a orientação é procurar atendimento médico o quanto antes.", diz o Infectologista.

Link para acesso -> clique aqui

Entrevista ao Portal R7 em 16/Maio/2018

Leia no link aqui, ou abaixo:

A morte de uma criança vítima de raiva em Melgaço, na Ilha de Marajó, no Pará, no último dia 11, e a ocorrência de 11 casos suspeitos da doença no local configura mais um acidente do que um surto, segundo o infectologista Alexandre Barbosa, coordenador do Comitê de Emergência em Infectologia da Sociedade Brasileira de Infectologia.

A desinformação sobre a raiva, tanto em crianças quanto em adultos, levou à falta de prevenção e à demora no atendimento às vítimas, contribuindo para o agravamento da doença e à morte, de acordo com o infectologista.

As vítimas são crianças de 2 a 11 anos e um adulto. Eles foram atacados por morcegos contaminados. Sete crianças estão internadas em estado grave. Amostras sorológicas já foram coletadas e encaminhadas ao Instituto Pasteur, referência em diagnóstico de raiva, em São Paulo.

Além disso, quatro crianças já morreram com suspeita da doença.

“Elas entraram em contato com o vírus e não pr...

September 13, 2016

Raiva - Fisiopatologia, Diagnóstico e Manejo - in Condutas em Infectologia - Ed. Atheneu - 2011

Acesse aqui

Entrevista ao Portal Veja

 

Leia em: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/cuidado-seu-pet-pode-transmitir-infeccoes 

 

Muitas pesquisas já revelaram o apoio social e emocional proporcionado pelos animais domésticos. No entanto, além de benefícios, os bichos de estimação podem transmitir infecções, principalmente para pessoas com o sistema imunológico enfraquecido. Sabemos que eles podem nos passar raiva, toxoplasmose ou salmonela. Mas cachorros, gatos ou répteis também podem ser vetores de bactérias multirresistentes ou de moléstias pouco conhecidas e perigosas, como a doença da mordida do gato (causada pela bactéria Pasteurella multocida), doença da arranhadura do gato (bactérias do gênero Bartonella), gastroenterite (bactéria C. jejuni), ancilostomose (amarelão) ou ascaridíase. O alerta foi publicado nesta segunda-feira no periódico Canadian Medical Association Journal.

 

​Alexandre Barbosa, professor de infectologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp - Botucatu), explica que o ris...

Please reload

Posts Mais Lidos
Please reload

Arquivos
Please reload

Tags