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Entrevista ao Portal G1 em 08/01/2020, link original aqui, ou leia abaixo: 

Uma médica da Unesp de Botucatu (SP) está fazendo uma pesquisa inédita para diminuir a quantidade de drogas no coquetel dos pacientes com vírus HIV. A ideia da doutora Stephanie Valentini já despertou o interesse do Ministério da Saúde e pretende diminuir os efeitos colaterais dos pacientes.

"Nosso projeto de pesquisa consiste em tirar essas medicações de pacientes que aderem bem ao tratamento, que mantém carga viral indetectável por um período um pouco mais prolongado. A gente retira essas medicações tóxicas, colocando apenas duas drogas", explica a médica.

Segundo o Ministério da Saúde, a Aids é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento. O coquetel é importante para evitar que a doença avance, protegendo os pacientes de problemas mais graves de saúde. Assim, se os medicamentos forem tomados corretamente, o paciente pode melhorar a qualidade de vida.

De acordo com Stephanie, o novo coquetel vai fazer com que...

November 20, 2019

Entrevista ao Portal UFC Brasil em 20/11/2019, link original aqui, ou leia abaixo: 

Bactéria que Cigano teve e o tirou do UFC Moscou pode amputar e até matar, e todo mundo que frequenta uma academia corre risco. Segundo o infectologista Alexandre Naime Barbosa, higienização constante é a solução.

Há quase um mês, quase na reta final de sua preparação para a luta principal do UFC Moscou, o lutador Junior Cigano percebeu que, depois de dar chutes em um saco de pancada, havia feito um machucado em sua perna. Ele parecia inofensivo. Cigano tratou com gelo e anti-inflamatório. Mas, três dias depois, o ferimento não havia melhorado.

Pelo contrário: estava mais aberto e com vermelhidão. O atleta também sentia a pele quente ao redor do machucado. Resolveu procurar um médico.Resultado: Cigano entrou no hospital e não saiu mais de lá por mais de uma semana. O ferimento estava infectado com colônias de duas bactérias – uma delas, o estafilococo, pode ter graves consequências e levar à morte.

Os estaf...

September 17, 2019

Entrevista ao Portal Botucatu OnLine em 17/09/2019, link original aqui, ou leia abaixo: 

A Infectologia HC FMB UNESP teve participação de destaque no último Congresso Brasileiro de Infectologia (Infecto 2019), que aconteceu na semana passada, entre 10 a 13 de setembro em Belém do Pará. O evento, que é o mais importante do Brasil na área da Infectologia reuniu mais de 2.300 participantes do Brasil e do exterior, recorde absoluto dentro da especialidade.


A Infectologia HC FMB UNESP esteve representada por Docentes, Médicos Contratados, Residentes, Alunos de PG e Graduação, sendo responsável no total por várias palestras e apresentações orais de trabalhos científicos, sete pôsteres e mais organização de cursos, aplicação de prova de título de especialista, entrevistas na mídia, entre outros.


O Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa (Infectologia HC FMB UNESP) um dos organizadores do Congresso Brasileiro de Infectologia proferiu cinco palestras e avalia a participação do serviço destacando o emp...

Entrevista ao Portal Yahoo em 06/08/2019, link original aqui, ou leia abaixo:

A atriz Daniela Escobar sempre foi apaixonada por gatos, mas nunca imaginou que uma 'simples' mordida de seu animal estimação poderia provocar o risco de amputação da mão.

O Gato --assim como foi 'batizado'-- faz parte da família há cinco anos e, segundo ela, sempre foi muito dócil. Mas, em um belo dia, a gaúcha resolveu fazer carinho na cabeça dele enquanto ele dormia profundamente embaixo da mesa.

Assustado e com o intuito de se proteger, o felino acabou mordendo o dedo da atriz. "Não tinha ideia do risco que aquela mordida representa, por isso demorei dois dias pra ir ao médico", conta Daniela. "Inicialmente, achei que fosse só a dor de uma mordida que talvez tivesse acertado um nervo ou o ossinho do dedo, além do mais nunca tinha sido mordida antes."

Sem saber da gravidade, após a mordida, a atriz apenas lavou muito bem a mão com água, sabonete e água oxigenada para limpar o sangue e a ferida. Mas a dor foi s...

Entrevista ao Portal BBC Brasil publicada em 28/Mai/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo.  

A cada início de mês, Juliano*, de 32 anos, avalia em qual unidade de saúde de São Paulo poderá fazer exames para checar se foi infectado pelo vírus HIV. "Eu dou a volta pela cidade à procura de um posto de saúde em que não me conheçam", diz. Os resultados negativos dos testes trazem alívio ao rapaz por alguns dias, mas ele logo volta a se preocupar.

Fernanda*, de 19 anos, vai com frequência ao ginecologista. Diariamente, ela pensa sobre a possibilidade de ter contraído alguma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), mesmo sem vivenciar situações em que pode ter se exposto ao risco. "Somente me acalmo quando faço exames e vejo que deu negativo para todas as ISTs", diz. Maria*, de 25, ficou preocupada após a camisinha se romper – parou de fazer sexo e, desde então, se submete a testes frequentes.


Juliano, Fernanda e Maria fazem parte de um grupo de pessoas que tem crescido nos últi...

Entrevista ao Portal UOL Viva Bem publicada em 01/Mai/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo.  

A cantora Beth Carvalho, de 72 anos, morreu na tarde de terça-feira (30), vítima de uma infecção generalizada, ou sepse, de acordo com uma nota divulgada pelo Hospital PróCardíaco, onde ela estava internada, em Botafogo, no Rio de Janeiro.

O Brasil tem uma taxa extremamente alta de morte por sepse em UTIs, superando até mortes por acidente vascular cerebral e infarto nessas unidades. Segundo levantamento organizado por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e do Instituto Latino Americano de Sepse, a cada ano morrem mais de 230 mil pacientes adultos nas UTIs em decorrência da doença.

O que é?
A sepse é uma resposta frente a uma infecção, que pode ser desencadeada por bactérias, fungos ou vírus que caíram na corrente sanguínea. Normalmente, é uma predisposição genética que faz com que a pessoa desenvolva essa resposta acentuada para combater a infecção. A doen...

Entrevista ao Portal R7 em 03/Mar/2019. Acesse a matéria original aqui, ou leia abaixo. 

Vírus, bactérias e até amônia. As enchentes carregam micro-organismos e substâncias que provocam doenças, tanto pelo contato quanto pela ingestão da água, que podem até matar. Um estudo da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS) detectou a presença de bactérias e substâncias em uma enchente na Vila Itaim, bairro da zona leste de São Paulo próximo ao rio Tietê.

De acordo com o infectologista Alexandre Barbosa, professor da UNESP - Faculdade de Medicina, os materiais encontrados são frequentes em alagamentos, de uma forma geral, devido ao despejo de esgotos não tratados nos leitos dos rios. As bactérias identificadas foram Salmonella, Eschierichia coli, Shiguelle spp, Klebsiella spp e Pseudomonas spp, e as substâncias, fosfato, fósforo, amônia e nitrato.

O infectologista explica que as três primeiras bactérias estão relacionadas a infecções que causam diarreia, que ocorrem quando a água é in...

Matéria produzida para o Portal Academia 24 horas. Acesse a matéria original aqui. 

Realizar exercícios físicos ajuda a fortalecer o sistema imunológico e deixa o organismo mais bem preparado para enfrentar os vírus sazonais.

O médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, membro da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e professor da Unesp Botucatu, afirma que atividades moderadas são benéficas para o sistema imunológico.

Correr na esteira, na bike ou treinar, por exemplo, pelo menos de quatro a cinco vezes por semana, com o acompanhamento de um profissional, irá deixar seu corpo mais resistente.

Já quem participa de provas mais extenuantes, que exigem mais dos limites do corpo, como maratonas e ultramaratonas, desgasta o sistema imunológico e fica mais suscetível às doenças.

O Dr. Turíbio Barros complementa (matéria original aqui):

A importância da atividade física regular para melhora da resposta imunológica é um tema de bastante interesse, ainda mais no momento atual com epidemias...

Leia a entrevista abaixo, ou no link aqui.

A multidão de foliões durante o Carnaval traz alguns riscos para saúde que vão além dos ligados ao beijo na boca. Se você não tomar alguns cuidados pode pegar conjuntivite, hepatite e leptospirose, por exemplo.


"Quanto maior o número de pessoas reunida, maiores os riscos de transmissões das mais variadas doenças", afirma Ralcyon Teixeira, médico infectologista e supervisor do pronto-socorro do Instituto Emílio Ribas. Teixeira diz ser comum o aumento no número de pessoas que procuram atendimento médico no pós Carnaval.


"Os riscos tendem a ser ainda maiores em ambientes fechados", acrescenta Alexandre Naime Barbosa, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista). Veja abaixo algumas das doenças que são favorecidas pela aglomeração de pessoas e saiba como evitá-las:   

1. Transmitidas por gotículas


A gripe e o resfriado são as principais doenças desse tipo de transmissão, mas não as únicas....

February 11, 2019

Entrevista para o UOL Viva Bem em 05 de fevereiro de 2019 (link) 

Diarreia

Quase todo mundo já passou pela situação e sabe o quanto é desagradável: a vontade é incontrolável e não dá coragem de ficar longe de um banheiro. Embora existam inúmeras doenças ou situações capazes de provocar diarreia, a maior parte dos quadros agudos tem origem infecciosa, ou seja, é uma reação do organismo contra bactérias, vírus, parasitas, toxinas. Os agentes podem ser transmitidos por bebida ou comida contaminada, ou ainda de pessoa para pessoa, por hábitos inadequados de higiene.

Sintomas


Para ser definido como diarreia, o quadro deve incluir:

Fezes amolecidas ou líquidas;

Necessidade de evacuar mais de três vezes ao dia.

Também podem estar presentes:

Dor abdominal em cólica;

Suor frio;

Febre;

Náuseas e vômitos;

Sensação de peso no abdômen;

Sensação de esvaziamento incompleto do intestino;

Presença de sangue e/ou pus nas fezes


Tipos de diarreia


O problema pode ser:

Agudo: durar apenas de um a 14 dias;

Crônico: quand...

Entrevista para o UOL Viva Bem em 29 de janeiro de 2019. 

Acesse em https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2019/01/29/pneumonia-tem-como-sintomas-febre-tosse-e-dificuldade-para-respirar.htm ou leia abaixo.

Pneumonia é o termo que se refere a toda inflamação aguda nos pulmões. Na maioria das vezes essa doença é causada por infecções provocadas por vírus ou bactérias. Mas fungos, outros organismos e substâncias também podem ser os responsáveis por essa condição, que pode levar à morte se não tratada a tempo, especialmente pacientes mais vulneráveis, como crianças pequenas e idosos. As principais estruturas envolvidas na pneumonia são os alvéolos, pequenos sacos de ar onde acontecem as trocas gasosas - eles se inflamam e podem ficar cheios de pus, causando febre, tosse e dificuldade para respirar. Os brônquios (que ligam os alvéolos à traqueia) também podem ser afetados.

Incidência
A pneumonia é a doença que mais mata crianças com até cinco anos no mundo. Está entre as doenças que mais...

Entrevista para o Yahoo Notícias em 16 de janeiro de 2019.

Acesse em https://br.noticias.yahoo.com/o-que-fazer-para-evitar-sofrer-com-picadas-de-insetos-201900617.html ou leia abaixo.

Prepare-se! Com o início do calor, o número de insetos aumenta significativamente. E o zumbido chato no ouvido é apenas um dos problemas (talvez o menor deles). Além de provocar coceiras intensas, uma simples picada é capaz de transmitir doenças que podem levar até a morte. (E isso não é exagero).

Segundo o Ministério da Saúde, de 1º de julho de 2017 a 30 de junho de 2018, foram confirmados 1.376 casos de febre amarela silvestre no país e 483 óbitos. Mas, como aponta o infectologista Jessé Reis Alves, esse não é o único vírus que pode ser transmitido a partir da picada de um mosquito. “Entre os mais comuns no Brasil, estão também a Dengue, a Zika e a hikungunya.”

Sem contar no risco da transmissão de parasitas, tais como a malária e leishmaniose. “Há cerca de 120 a 150 mil casos de malária no país por ano. É...

Entrevista para a BBC News Brasil em 05/Jan/2019

Acesse em https://www.bbc.com/portuguese/geral-46705312

Entre as principais doenças infecciosas ainda com alta incidência no Brasil estão aids, hanseníase, hepatite C, malária e sífilis

A lista de doenças infecciosas, causadas por micro-organismos como vírus, bactérias, protozoários e fungos, é enorme. Para muitas existem vacinas, mas uma parte significativa não conta com proteção - apenas medidas paliativas de prevenção.

Entre as principais, ainda com alta incidência no Brasil, de acordo com Alexandre Naime Barbosa, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), e Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, estão aids, hanseníase, hepatite C, malária e sífilis. A boa notícia é que elas têm tratamento, e com excelentes prognósticos.

A seguir, saibam o que são exatamente estas patologias, seus sintomas, tratamentos e formas de evitá-las.

Aids

O que é: trata-se de uma infecção sexualmente transmissível (I...

December 10, 2018

Matéria em Colaboração com o Portal Yahoo publicada em 01/Dez/2018

Link para a matéria aqui, ou leia abaixo.

Apesar da queda no número de óbitos no Brasil, a Aids não acabou e os cuidados contra o vírus são mais que necessários. É o que alerta a infectologista Marinella Della Negra, uma das precursoras no atendimento a portadores do HIV/Aids no país, que atuou por mais de 40 anos no Instituto Emílio Ribas.

“Mesmo que o diagnóstico da Aids/HIV já não seja mais um atestado de óbito sem data, como era na década de 1980, o vírus ainda é considerado grave e, se não diagnosticado precocemente e tratado, pode matar e, em menor grau, continua matando”, alerta a especialista em entrevista ao YAHOO.

Nos últimos quatro anos, segundo o Boletim Epidemiológico divulgado na última terça-feira (27) pelo Ministério da Saúde, foi registrado uma redução de 16,5% na taxa de mortalidade do vírus. Em 2014, 5,7 a cada 100 mil habitantes morriam em decorrência da infecção. Número que caiu para 4,8...

November 20, 2018

Colaboração com o Jornal O Estado de São Paulo - Por Giovana Girardi, enviada especial à Botucatu 19/Nov/2018

Leia a matéria completa abaixo ou em

https://ciencia.estadao.com.br/noticias/geral,o-caminho-entre-a-natureza-e-a-farmacia,70002612886


O jardineiro Aparecido Nazaré de Almeida, de 62 anos, nunca foi de se preocupar com possíveis ataques de animais a cada vez que entrava em algum local com mato mais alto. Não foi diferente no começo de abril deste ano, quando foi chamado para limpar um terreno que antigamente havia sido um ferro-velho em Botucatu, interior de São Paulo. “Não vi, mas havia um enxame no meio dos entulhos. Quando entrei com a roçadeira, elas me quebraram. Veio abelha no braço, no pescoço, no rosto, tomei picada até no couro cabeludo”, conta.


O acidente, que resultou em algo entre 100 e 200 picadas – e uma sensação de estar sendo “induzido ao fogo”, seguida de tontura, fraqueza, redução da pulsação e da temperatura –, tornou Almeida um candidato a um t...

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