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Os aplicativos na área da saúde vieram para ficar

Entrevista ao Jornal S@úde.com em Julho de 2016

 

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Atualmente, o aumento do acesso à tecnologia tem redesenhado o cotidiano médico, tanto no âmbito acadêmico-científico, quanto nas práticas clínicas, cirúrgicas e epidemiológicas. Os aplicativos da área de saúde, disponíveis para smartphones e tablets, complementam conhecimentos médicos e fornecem informações tanto teóricas quanto práticas, auxiliando nos diagnósticos.

 

Hoje em dia, os aplicativos são ferramentas indispensáveis na área da saúde, para que o médico esteja atualizado em tempo real, e consulte rapidamente informações úteis durante o atendimento ao paciente.

 

O médico infectologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu (HCFMB) Alexandre Naime usa esses aplicativos frequentemente, e fala sobre as vantagens. “Questões sobre interações médicas, doses, posologias, classificações, protocolos e muitas outras

utilidades ficam a um clique do profissional, auxiliando a boa prática médica”, diz.

 

O médico, que também é docente, usa cerca de três aplicativos na prática médica. “Utilizo diariamente o Epocrates, o Johns Hopkins AntibioticGuidelines e o DrugInteraction, da Universidade de Liverpool. São ferramentas que me auxiliam a prescrever doses corretas de

acordo com as variáveis do paciente, e me atualizam com as melhores opções terapêuticas, de acordo com as mais recentes evidências científicas”, afirma.

 

Recentemente, foi lançado em Pederneiras-SP o aplicativo Fim da Picada. O objetivo desse aplicativo é reunir informações sobre as principais doenças causadas pelo Aedes aegypti, principalmente em tempos de epidemias. “O aplicativo Fim da Picada foi uma iniciativa

própria, em conjunto com um desenvolvedor tecnológico local, por conta da demanda do poder público e dos cidadãos de cidades da região. Havia muita dificuldade em encontrar informações de qualidade sobre as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, pois boatos e

mitos se proliferam em tempos de epidemia”, explica Naime.

 

O aplicativo permite que a população possa denunciar com fotos e identificar locais de possíveis focos do mosquito para as autoridades locais, além de um canal para o envio de dúvidas e reclamações, de forma anônima. Naime afirma que em breve, o aplicativo Fim da Picada terá uma versão para a cidade de Botucatu, com as mesmas facilidades interativas.

 

A AppStore e a Google Play (distribuidoras de aplicativos para os equipamentos eletrônicos da Apple e para os aparelhos Android, respectivamente) disponibilizam milhares de aplicativos na área médica, além de uma série de outros aplicativos muito úteis para médicos e estudantes de medicina.

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