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Influenza e Doenças Respiratórias do Inverno

 

Entrevista à Revista Super Saudável - Ago 2016

 

Leia a matéria completa aqui.

 

 

O perigo está nos vírus

 


As doenças respiratórias mais frequentes no Brasil são a gripe e o resfriado, muito comuns de maio a outubro, quando está mais frio e as pessoas ficam mais confinadas em ambientes fechados, sem ventilação e com aglomerados populacionais.

 

 

 

Assim como a gripe, a pneumonia viral pode ser moderada ou de intensidade grave, levando à febre alta, dores fortes pelo corpo e, muitas vezes, à falta de ar e insuficiência respiratória aguda. Esses sintomas podem ocasionar a morte, principalmente em alguns grupos de risco, como menores de 2 anos e maiores de 60 anos de idade, grávidas, puérperas e indivíduos portadores de doenças crônicas.

 

 

 

 


Os casos podem aumentar por maior susceptibilidade da população, pela mutação dos vírus – especialmente o Influenza – e pela falta de vacinação nos anos anteriores. O Influenza H1N1, por exemplo, é intrinsecamente mais patogênico e causa quadros clínicos mais graves que os outros membros da família Influenza, por ser mais agressivo ao pulmão, a outras estruturas respiratórias e ao organismo como um todo.


O médico infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor doutor da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), explica que o Influenza está com maior circulação, e também mais precoce do que nos anos anteriores, por alguns motivos especulativos. Segundo o especialista, existem três possibilidades possíveis para essa situação epidemiológica mais agressiva.


Uma delas é a falta de cobertura vacinal adequada em 2013, 2014 e 2015, com o número de pessoas vacinadas, entre os grupos de risco, inferior à meta de 80% devido à falta de preocupação da população.


A segunda hipótese é que, como o verão deste ano teve um grande período de chuvas em comparação aos anos anteriores, a população ficou mais aglomerada e em ambientes com pouca ventilação.


“Há, ainda, a possibilidade de maior circulação de um vírus ‘importado’, pois, no Hemisfério Norte, houve muitos casos no fim de 2015 e começo deste ano. Provavelmente, o influxo de turistas desses locais ao Brasil pode ter contribuído para o cenário de aumento de casos”, acredita.
 

 

 

 

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